6 dicas para fazer mergulho nos corais

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O mergulho nos corais, ou parrachos, como essas estruturas são chamadas em Maracajaú, no Rio Grande do Norte, é uma experiência incrível. Com cores diferentes e que chamam a atenção de longe, os recifes atraem uma vasta diversidade de vida marinha, com peixes de diversas espécies, crustáceos e até tartarugas.

A sensação de integração à natureza e a contemplação do ambiente e da vida subaquática, realmente, são fantásticas. No entanto, é importante saber que os recifes são organismos vivos e, por isso, não devem ser tocados.

Confira algumas dicas para fazer um mergulho com segurança e aproveitar o melhor de seu passeio!

Quais os cuidados para o mergulho nos corais?

Existem duas modalidades de mergulho nessas regiões, com ou sem cilindro. No mergulho sem o cilindro, chamado de snorkeling (pois o indivíduo usa uma máscara conhecida como snorkel), não é necessário ter experiência, bastando seguir as orientações do instrutor.

Já para o mergulho com cilindro, o turista deve passar por um treinamento específico, além de ser guiado por um instrutor. Nos dois casos, é possível ver de perto os corais, peixes e crustáceos que povoam os recifes. Porém, vale a pena conferir algumas dicas para aproveitar ainda mais essa experiência!

1. Não toque nos corais

Como mencionamos acima, os corais são elementos vivos, formados por milhões de organismos microscópicos. Quando tocados, eles podem ser quebrados, destruindo uma parte do ecossistema.

Os corais podem levar anos para se regenerar, por isso, tome cuidado. Você não deve nem encostar neles, a fim de ajudar na preservação local. Além disso, vale lembrar que os corais têm ramificações afiadas. Assim, além de protegê-los, ao não encostar você também evita machucados!

2. Nade acima dos corais

É importante nadar acima das estruturas dos corais pelo mesmo motivo acima, ou seja, para preservá-los e evitar contato, mesmo que acidental. Essa é uma recomendação especialmente para quem mergulha com cilindro em profundidade maior. Afinal, mesmo sem que o mergulhador perceba, o cilindro ou demais equipamentos podem bater nos recifes.

Mergulho nos Corais
No mergulho com cilindro, o turista passa por um treinamento específico.

3. Mergulhe com a companhia do guia ou instrutor

Além de garantir a sua segurança, o guia deve orientar sobre a quantidade ideal de pessoas por mergulho e indicará os procedimentos para preservar a biodiversidade local, incluindo os recifes de corais.

4. Nade com suavidade

A agitação pode afastar os animais marinhos. Por isso, faça movimentos tranquilos e lentos. Cuidado com as nadadeiras, pois, além de assustar os peixes, também podem jogar areia nos corais, provocando a sua morte.

5. Respeite as regras locais

Além de adotar cuidados para proteger a área, é necessário seguir as regras sobre os locais permitidos para mergulho, quantidade máxima de visitantes, condições meteorológicas, entre outros pontos. Alguns desses locais são áreas de proteção ambiental e, por isso, é necessário o recolhimento de taxas antes da visita.

6. Leve uma câmera à prova d’água

Mergulhar com uma GoPro ou câmera fotográfica à prova d’água garantirá lembranças incríveis dessa experiência. Hoje, já existem smartphones à prova d’água ou capas com essa função, mas que são indicados apenas para o mergulho com snorkel, uma vez que têm limite de profundidade.

Maracajaú tem uma das paisagens marinhas mais deslumbrantes do Brasil. Suas piscinas naturais, distantes cerca de 7 km da costa, estão entre os 10 melhores lugares para a prática do mergulho livre.

O mergulho nos corais deve ser agendado com antecedência, pois o local é uma área de proteção, com limite diário de visitantes. Para conhecer os parrachos multicoloridos e toda a sua vida marinha, é necessário contratar o passeio de catamarã, que dura cerca de meia hora e inclui todos os materiais necessários para a prática.

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